domingo, 15 de abril de 2012

Um Farol de Esperança!!!!!!



                           No Teu Poema- Mafalda Arnauth
Nos dias conturbados que vivemos em Portugal e em todo o Mundo. Dias  ao som do compasso da austeridade, dos despedimentos, da falta de crescimento económico, da perda do poder de compra, etc. . Deixo esta música , cantada por Mafalda uma nova fadista Portuguesa, como um acender de um farol de esperança. Vamos acreditar que existe sempre um futuro melhor !
O original desta música é de Carlos do Carmo e música de José Luís Tinoco.

sábado, 7 de abril de 2012

Feliz Páscoa!!!!!!!!!!!!



                      Aretha Franklin - " Oh Happy Day "
 Pois é! Poderia ter escolhido "Aleluia" de Haendel , mas para   comemorar um acontecimento feliz,   só mesmo com algo muito Feliz.
Páscoa é dizer"SIM" ao amor e à vida.  É investir na fraternidade é lutar por um mundo melhor. É vivenciar a solidariedade. É viver em constante libertação.
É o celebrar a Vida!

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Requiem!!!!!!



           Requiem de Wolfgang Amadeus Mozart
Um convite à introspeção !

sábado, 31 de março de 2012

Hora do Planeta 2012!!!!!!!



É hoje!
O quê? Hora do Planeta 2012.
Quando? Sábado, 31 de Março - 20h 30m.
Onde? Em todo o mundo.
Porquê? Para celebrares o teu comprimisso com o planeta com as pessoas de todo o mundo.
Como? Desligando as luzes durante 60 minutos.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Transição Planetária


Leibniz,  foi o primeiro dos grandes filósofos alemães do século XVII, a produzir um sistema filosófico abragente. Foi também o primeiro filósofo a abordar o conceito de "mónada".
Para Leibniz, cada "mónada"( ou substância) tem algo do infinito, na medida em que implica a sua causa: Deus. Isto é, tem algum vestígio de omnisciência e omnipotência, pois na perfeita noção de cada substância individual estão contidos todos os seus predicados, tanto necessários como contigentes, bem como o seu passado, presente e futuro. Cada mónada exprime todo o universo de acordo com a sua situação e aspeto, na medida em que as coisas se relacionam com ele. Assím, é necessário que algumas das nossas percepções, por muito claras que sejam, continuem confusas, visto que implicam coisas que são infinitas.
A presença do divino em todos nós seres humanos e que nos estabelece ligação com algo de natureza espiritual com todo o Universo. À luz da física quântica,   com todos os Universos possíveis e que vão desaparecer.O principio de todas as coisas e que nos une a todos a uma única fonte. A fonte do divino! 
                                   - Collected Writings, Volume II, 311
 Fará sentido em tempo de Quaresma falar em mónadas e recordar Leibniz?

sábado, 24 de março de 2012

Primavera!!

 " Eu aprendi que se um relacionamento é honesto, ele pode passar por cima de tudo, apesar dos desafios que a gente tem que enfrentar e de tudo o que acontece ao nosso redor."
                                                                           Robert Pattinson
 Continuamos em tempo de reflexão, a Primavera já chegou alguns dias atrás, porque não meditar-mos neste pensamento.
O que pensa desta  frase?

domingo, 18 de março de 2012

Relacionamentos!


Recentemente foi publicado um livro, cujo o título é Ágape, cujo autor é um Padre Brasileiro, Marcelo Rossi.
A minha opinião, sobre este livro, não é meu objectivo referi-la. Deixo,pois, aos interessados e curiosos, a possibilidade de o lerem, se entenderem e desta forma formular a sua própria opinião.
Contudo, dado que o título do livro designa-se por Ágape, vou de uma forma muito sucinta resumir o significado desta palavra.
Ágape, palavra de origem grega,  ao longo da nossa História foi utlizada em poucos manuscritos, tomou vários significados, desde da Grécia antiga até ao Cristianismo.  Foi usada de maneira diferente para uma variadade de fontes contemporâneas e antigas, incluindo autores da Bíblia. Muitos pensaram que representava o amor divino, incondicional, com auto- sacríficio ativo, pela vontade e pelo pensamento. Os filósofos gregos no tempo de Platão e outros autores antigos usaram o termo para definir o amor ao esposo ou a uma família, ou afeição particular. Também foi explanada por muitos autores cristãos, designadamente, Thomas Jay Oord que a definiu, passo a citar, " uma resposta intencional para promover o bem estar em resposta a quem gerou mal estar". 
Como referi anteriormente, não é meu propósito falar sobre o conteúdo do livro. No entanto, ao ler o seu prefácio, escrito por Gabriel Chalita, escritor e doutor em Filosofia do Direito e em Comunicação e Semiótica, considero bastante oportuno nos tempos que decorrem e na sociedade em que vivemos o que este doutor de Filosofia escreveu, passo a citar um pequeno trecho que gostaria de partilhar.
" Estamos acostumados a viver em um mundo em que as pessoas agem na expectativa de reciprocidade. A ação traz reação. Infelizmente, não se encontra sabor nas relações desinteressadas. A suposta amizade vive de espectativas.
O que o outro pode me proporcionar?
Que ganho haverei de ter ao ir a tal envento?
Quem é fulano?
O que faz ele?
É filho de quem?
Tempos em que os adornos valem mais do que essencial. Tristes tempos. As amizades interesseiras têm prazo de validade. As relações são inconsistentes. É comum, em um círculo de amigos, cada qual falar de si mesmo como um hobby. Uma geração narcisista. O pronome mais utilizado é a primeira pessoa « eu». Tristes tempos, repito.
Tempos de escassez de atitudes de misericórdia - descartar uma pessoa é mais fácil do que se desfazer de um objecto de estimação. Falta de estima pelo ser humano. "
Na verdade, na sociedade em que todos nós vivemos, é por mais evidente este tipo de atitudes. Fazem-se amizades tendo em conta um conjunto de critérios. Também é igualmente verdade que se trocam de amigos e a importância que dávamos muda com a maior das facilidades, isto é, as prioridades de cada um baseam-se num conjunto de questões anteriormente mencionadas, às quais poderiamos juntar mais. Depois, como não pensamos nos outros porque apenas estamos centrados no nosso "EU", a primeira desculpa para descartar alguém é a falta de tempo, tenho muito trabalho segue-se não tenho que dar satisfações da minha vida,  etc. Como se pode tratar algo de natureza espiritual, amizade entre duas pessoas desta forma?
De fato, manter um relacionamento hoje, é  uma tarefa titânica nesta cultura narcisista.
Mas afinal, onde fica à Ágape?