terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Modos de Vida!

                                                                     Fases da Lua

Hexistem pessoas que pautam o seu modo de vida de acordo com as fases da lua. Programando até ao infimo permonor, qual é a lua que entra, será lua nova, lua crescente, decrescente ou lua cheia. Até os relacionamentos não escapam a este trânsito astral.
Desta forma, existem os amigos na fase da lua crescente, os amigos para a lua cheia, a lua nova para iniciar um ciclo novo e finalmente os amigos para a lua decrescente.
Na verdade, na sabedoria popular as sementeiras e as colheitas também estavam intimamente ligadas a este movimento.


Não obstante, é estranho pensar, que alguém programa os seus relacionamentos e as suas amizades de acordo com os ciclos lunares.
O que pensar?
Serão amigos de verdade, este tipo de gente? Imagine-se a seguinte situação caricata. Uma pessoa precisa de falar urgentemente com o amigo. No entanto este vai consultar o calendário lunar e não o recebe porque o suposto amigo não pertence ao grupo de amigos da lua cheia. Enfim, a urgência terá que esperar pelo seu ciclo. Caricata a situação mas dificil de entender. Será que estará marado? Bom, há que respeitar a sua crendice. Uma coisa é certa, não é um amigo confiável de todo.
Será que tal astro merece que o utilizem desta forma e em seu nome, isto é, a Deusa Mãe? Aprovará tal atitude?
Será caso para dizer, existe gente para tudo. Hoje entramos na fase da lua cheia, melhor dizendo, estamos na fase dos amigos da lua cheia. Diz, também a sabedoria popular que a Lua é mentirosa.



domingo, 8 de janeiro de 2012

Aos amigos!


Os nossos Amigos, aqueles que escolhemos na imensidão do nosso tecido relacional, são apenas pessoas que nos deixam ser nós mesmos, que apoiam sem julgar. Confiam em nós, precisam de nós, assim como, nós precisamos e confiamos neles.
A amizade é um mistério de amor, numa beleza de comunhão.
A aproximação, a confiança, a intimidade, a disponibilidade, a comunicação sincera, a escuta atenta, a humildade, o sentido das limitações, a coragem da verdade, a essência, o respeito, a coerência, a integridade, a fidelidade, proporcionam a autencidade relacional geradora de complementariedade, dado que, através do encontro, tocamos o nosso núcleo central, o nosso eu profundo, o mistério do nosso coração, ao mesmo tempo que tocamos o do amigo.
Cada encontro proporciona um melhor e mais íntimo reconhecimento, abrindo portas atrás de portas, janelas atrás de janelas.
Assim termino, um amigo é alguém a quem podemos dizer qualquer disparate que nos venha à cabeça e nunca pode ser imposto por ninguém. 

sábado, 7 de janeiro de 2012

Depois dos Reis..............


Diz a tradição que as festas natalícias acabam com o dia de Reis. O dia de Reis, comemorou-se ontem dia seis de Janeiro.
Relembrando a música dos Deolinda, sobre " Quando chega o Natal".
Agora é chegado o tempo de reflectir, de aguardar e verificar quem de fato permanece convitamente e de coração nas nossas vidas. Ou seja quem está presente sempre!
Precisamos dos amigos não só na quadra natalícia, mas muito mais do que isso.
Festejar, comemorar, comer e beber bastante nas festas de final de ano não é o que engorga, o que realmente engorda não é o que comemos entre o Natal e o Ano Novo, e sim, aquilo que comemos entre o Ano Novo e o Natal.
Resta-nos apenas a esperança de  engordar-mos bastante entre o Ano Novo e o Natal.

sábado, 24 de dezembro de 2011

Por fim lá chega o Natal!




                Michael Buble - "Feliz Navidad"

 Finalmente, mais um ano,  a data cumpre-se e com ela a  renovação dos nossos votos, mais profundos.


Desejos de uma Feliz Natividade e renovada de muita esperança , paz, saúde e muita alegria, para todos nós.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Deolinda - Quando chega o Natal

Nada é o que parece.

Acordo e olho à minha volta e não sei quem sou nem onde estou, porque nada deveria ser assim. Por onde andam os sonhos de criança, as minhas expectativas de adolescente ? Deixei-os na estrada da vida, e não encontrei o caminho certo, ou então não havia caminho certo, não existe e a vida é isto, sonhar e depois deixar de sonhar para sempre viver com a realidade nos braços. Deve ser por isso que gosto de histórias com um final feliz.
Os dias trazem de volta o cheiro e a marca de outros tempos e as recordações do que devia ser e nunca foi. Será possível viver uma vida inteira adiada? Sentir que estamos a representar um papel no palco do universo que não é o nosso? Que não era isto que devíamos fazer e ser? A vida é o que é. Os dias perfazem semanas, as semanas meses e os meses anos, e não existe nada mais do que isto. Isto e o levantar de manhã e fazer o que é suposto. E aprender que não se pode esperar nada de ninguém. Onde ficou aquela menina que um dia fui e que acreditei ter o futuro na palma da mão? Se a virem, avisem-na de que eu estou aqui.